Não,não me despertes, deixe-me sonhar
Essa vontade de amar
que paralisa o trabalho
Esses entes de sonho
e paixão que brigam no meu interior
É o hábito de
sofrer que tanto me diverte, mas como dói !
Mergulhar nesse
angelical sorriso, alvas pétalas de tua alma
Bálsamo para a
ferida que dói e não se sente
Para o fogo que arde
sem ver, para a dor que desatina sem doer
Oh! Quanto me pesa
este coração, que era de asas
Hoje tapera escura,
casa assombrada
Onde andam
penitentes, sombras e ecos de amor
Mas a poesia é uma
luz, e a alma uma ave
Teu amor é a
liberdade, é a felicidade infinita
Lá fora, no jardim
que o luar acaricia, és a bela rosa
Que a brisa
balança, nas noites castas
Cheias de
estrelas...cheias de reticências...
Cheias de
confidências do meu amor por ti.
Deixa correr a fonte
da ilusão
E seja bendito, ó
céu,aquele que ama
Que ninguém mais
deseja tanta poesia e sinceridade
Que ninguém mais
deseja tanto alegria e felicidade
Que ninguém mais
precisa tanto de amor e amizade. |